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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Cultivemos o amor em nosso coração

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A Palavra meditada, hoje, está em São Mateus 12,33-37:
"Ou a árvore é boa, e o fruto, bom; ou a árvore é má, e o fruto, mau. É, portanto, pelo fruto que se conhece a árvore. Víboras que sois! Como podeis falar coisas boas, sendo maus? A boca fala daquilo de que o coração está cheio. Quem é bom faz sair coisas boas de seu tesouro, que é bom. Mas quem é mau faz sair coisas más de seu tesouro, que é mau. Eu vos digo: de toda palavra vã que se proferir há de se prestar conta, no dia do juízo. Por causa das tuas palavras serás considerado justo; e por causa das tuas palavras serás condenado".


Árvore boa, dá fruto bom; árvore má, dá frutos ruins. Não tem como uma pessoa, com sua raiz ácida, dar frutos doces. A raiz da planta está no solo, a raiz do homem está no coração. Damos o fruto conforme os sentimentos do nosso coração.
A Palavra de Deus nos diz que o mau fruto vem de um coração ruim. A raiz responsável pelo tipo de frutos que vamos produzir é o nosso coração. Uma pessoa mostra que é boa pelo que ela cultiva em seu coração. O que temos cultivado dentro do nosso coração?
Deus não nos julga pelas aparências, mas pelo coração, e o termômetro deste é a nossa palavra. Sabemos se uma pessoa está doente emocionalmente por meio de suas palavras. Devemos nos atentar às palavras das pessoas que nós amamos. Coloquemo-nos à disposição para escutar as pessoas, assim descobriremos o que se passa no coração delas.
Pensamos que não temos como adivinhar o que se passa com os filho, o marido ou esposa, mas a conversa é a melhor ferramenta para entendermos o que está no coração do outro, pois a boca fala daquilo que o coração está cheio.
Um coração cheio de ódio torna-se resistente a maior bênção que Deus nos deu: a graça de amar. De nada adiantar sermos bem-sucedidos e reconhecidos se nosso coração não for capaz de amar. Por fora estamos cercados de benefícios, mas por dentro não conseguimos amar. A Palavra de Deus nos pede: "amar a Deus sobre todas as coisas" e "amar o próximo como a si mesmo". Mas quem é o nosso próximo? Aquele que mora dentro da nossa casa, que trabalha conosco, que reza junto de nós.
Às vezes, estamos dentro de uma comunidade, de um grupo de oração ou paróquia, e rezamos ao lado de uma pessoa com a qual não nos damos bem; rezamos ao lado, mas não rezamos juntos, falta-nos o amor. É preciso cultivá-lo.
É um pecado destruirmos o amor dentro de nós por carregarmos sentimentos de ódio em nosso coração por este ser nocivo a qualquer relacionamento. Uma gota de ódio pode azedar um coração amoroso. Se existe em nós algo que nos faz sentir ódio de alguém, precisamos retirar esse sentimento do nosso coração.
Quando nutrimos sentimentos de raiva, o melhor remédio é nos aquietarmos, porque se agirmos com base nesse sentimento, nós o alimentaremos. Muitas pessoas que tinham razão a perderam, porque agiram no momento de raiva. Antes de agir, tire o que não presta do seu coração.
Deus nos deu um novo dia. A partir de hoje, há uma vida nova, pois o que vivemos ontem já passou e não voltará. Não esperemos as situações ficarem difíceis para sentarmos e conversarmos. Os maus sentimentos e comportamentos precisaram ser tirados pela raiz. O ódio que sentimos no coração faz mal não somente para os outros, mas para nós que o carregamos.
Voltar às coisas más é revirar o "lixo" em nossa vida. Quer coisas boas? Dê atenção a quem está ao seu redor. Se pararmos para dar atenção às pessoas com amor, Deus fará brotar algo bom dentro de nós.
Encontrar pontos de discórdias é muito fácil, mas pontos pra reconciliação requer muito de nós. Coloquemos para fora a palavra que edifica os outros. Peçamos a Deus um novo coração. Senhor, retire de nós um coração mau e coloque um coração semelhante ao Seu.
Márcio Mendes
Missionário da Comunidade Canção Nova.

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Oração de São Francisco de Assis Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor; Onde houver ofensa, que eu leve o perdão; Onde houver discórdia, que eu leve a união; Onde houver dúvida, que eu leve a fé; Onde houver erro, que eu leve a verdade; Onde houver desespero, que eu leve a esperança; Onde houver tristeza, que eu leve a alegria; Onde houver trevas, que eu leve a luz. Consolar, que ser consolado; compreender, que ser compreendido; amar, que ser amado. Pois, é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna. Amém