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segunda-feira, 31 de julho de 2017

MILÃO: catedral no cerne da Igreja universal

Fachada

A catedral de Milão é uma tal obra de arte e tem uma tal importância na História da Igreja Universal que tudo o que toca nela afeta a Igreja Universal.
É uma catedral de uma cidade cuja importância envolve o bem geral da Igreja.
Mas ela não apareceu do nada. Ela de alguma maneira já nasceu nas almas dos primeiros cristãos.
Com efeito, desde o momento da descida do Espírito Santo em Pentecostes até o ponto mais alto da Idade Média, a grande linha geral da Igreja foi de um crescimento contínuo.


Embora houvesse fases de crise, de decadência, essas foram episódicas e sem reflexo na linha geral da História da Igreja.
Os declínios foram seguidos por progressos em que a Igreja cresceu muito em formosura.
Assim, o anseio que palpitava nas almas dos católicos das catacumbas acabou se explicitando enormemente na Idade Média.

Altar-mor

Por exemplo, uma catedral jazia na alma de um mártir das catacumbas como uma semente jaz na terra. Podemos imaginar a catedral de Milão já contida nas almas dos mártires milaneses dos primeiros séculos.
Mas foi necessária uma maturação de muitos séculos para que aquilo que estava no fundo da alma dos primeiros católicos se expandisse e desabrochasse de maneira a dar em maravilhas como a catedral de Milão. Ou do próprio castelo Sforzesco, que se encontra não longe da mesma catedral.
Nessa fase de maturação, a santidade da Igreja foi se manifestando cada vez mais aos olhos do número geral dos fiéis e também aos olhos dos infiéis nesse tempo.
Como resultado, a catedral foi tomando corpo na alma dos católicos, dos artistas, dos engenheiros que fizeram essa maravilha de arquitetura religiosa em Milão.
Em determinado momento a manifestação da Igreja gerou a Civilização Cristã.
Na Idade Média, a Cristandade tornou-se o dom comum de todos os fiéis. E se incorporou, pelo ensino da religião e pela fé, não só às convicções, mas ao subconsciente e às tradições de incontáveis católicos.

Vídeo: Milão, a catedral das 10.000 agulhas

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Oração de São Francisco de Assis Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor; Onde houver ofensa, que eu leve o perdão; Onde houver discórdia, que eu leve a união; Onde houver dúvida, que eu leve a fé; Onde houver erro, que eu leve a verdade; Onde houver desespero, que eu leve a esperança; Onde houver tristeza, que eu leve a alegria; Onde houver trevas, que eu leve a luz. Consolar, que ser consolado; compreender, que ser compreendido; amar, que ser amado. Pois, é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna. Amém