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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Tentar vale a pena


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E se parássemos de nos contentar com pouco e percebêssemos que podemos ser e fazer muito mais?
E se deixássemos as primeiras idéias de lado, aquelas que surgem fácil na cabeça de qualquer um e nos forçássemos a ser mais criativos, buscando novos e diferentes caminhos?
E se nos habituássemos a pensar grande?
E se começássemos a ver as coisas por outros ângulos, ampliando nossa percepção e apurando nossa sensibilidade quanto à matéria-prima que nos cerca?

E se lêssemos mais, nos informássemos mais, fizéssemos mais e reclamássemos menos?
E se ao invés de falarmos sobre doenças e problemas, competindo na gravidade de nossas tragédias com amigos e familiares, discussões intermináveis sobre quem se ferrou mais na vida, passássemos a falar sobre o que fazemos de bem e temos de bom?
E se percebêssemos que há gente em situação menos privilegiada tirando a vida de letra, chupando cana, assoviando e criando suas próprias oportunidades?
E se mudássemos a nossa própria sorte através da ação?
E se nos permitíssemos acertar menos na prova e errar mais na vida, reconhecendo que o vice-versa também é válido?
E se falássemos menos, ouvíssemos mais, ampliando o conhecimento de nós próprios a partir do entendimento generoso daqueles que nos cercam e impactam nossa vida?
E se criássemos mais?
E se copiássemos menos?
E se déssemos para nossas crianças livros e brinquedos, não só brinquedos?
E se fôssemos menos mórbidos e deixássemos os bombeiros trabalharem em paz?
E se desligássemos a passividade da TV por uns instantes e procurássemos informação por outros meios?
E se ouvíssemos mais rádio, lêssemos mais revistas e jornais?
E se fôssemos mais ao cinema? Nem que fosse para assistir a um besteirol qualquer, com o único compromisso de sair com uma barriga dura e o maxilar doendo, de tanto rir?
E se esquecêssemos nossos circunstanciais inimigos, na certeza de que eles nos esqueceriam também?
E se virássemos o lado arranhado do disco da nossa vida e nos déssemos o direito de tocá-la num ritmo novo, mais criativo em letra e música?
E se percebêssemos que nunca é tarde para começar, muito menos para recomeçar?
E se começássemos tudo isso agora?
Tenha a certeza: valeria a pena.

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Oração de São Francisco


Oração de São Francisco de Assis Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor; Onde houver ofensa, que eu leve o perdão; Onde houver discórdia, que eu leve a união; Onde houver dúvida, que eu leve a fé; Onde houver erro, que eu leve a verdade; Onde houver desespero, que eu leve a esperança; Onde houver tristeza, que eu leve a alegria; Onde houver trevas, que eu leve a luz. Consolar, que ser consolado; compreender, que ser compreendido; amar, que ser amado. Pois, é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna. Amém