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terça-feira, 27 de junho de 2017

A força da criatividade

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Um senhor muito rico vai à caça e leva consigo um cachorrinho dálmata para não se sentir tão só na mata.
Já na expedição, o cachorrinho começa a brincar de caçar mariposas e quando percebe está muito longe do grupo do safári. Nisso, vê que se aproxima uma onça correndo em sua direção. Ao perceber que a onça iria devorá-lo, pensa rápido no que fazer. Vê uns ossos de um animal morto e se coloca a mordê-los.


Então, quando a onça estava a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz em voz alta:
- Ah, que delícia esta onça que acabo de comer!
A onça para bruscamente e sai apavorada, correndo do dálmata, e pensando:
- Mas que cachorro bravo! Por pouco não come a mim também...!
Um macaco fofoqueiro, que estava trepado em uma árvore próxima e havia visto a cena, sai correndo atrás da onça para lhe contar como ela fora enganada pelo cachorro. Mas o cachorrinho percebe a manobra do macaco. O macaco alcança a onça e lhe conta toda a história.  Então, a onça furiosa, diz:
- Cachorro maldito! Vai me pagar! Agora vamos ver quem come a quem!
O macaco montou nas costas da onça e saíram correndo em direção ao cachorro.
Quando o dálmata vê a onça se aproximando, desta vez com o macaco montado em suas costas, ele começa a pensar em uma saída. Assim, ao invés de sair correndo, fica de costas como se não estivesse vendo nada, e quando a onça estava a ponto de atacá-lo o cachorrinho diz, em voz alta:
- Cadê aquele macaco preguiçoso! Faz meia hora que eu o mandei me trazer uma outra onça para comer e até agora nada! Quando ele voltar eu vou lhe dar uma surra que até o diabo sentirá dó!
A onça, ao ouvir isso, com medo e com os pelos em pé, bateu em retirada.
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Lembre-se sempre: em momentos de crise, a imaginação e a criatividade são mais importantes do que o conhecimento.

Autor: Desconhecido
Contribuição: Elizer Carlos de Lima

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Oração de São Francisco


Oração de São Francisco de Assis Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor; Onde houver ofensa, que eu leve o perdão; Onde houver discórdia, que eu leve a união; Onde houver dúvida, que eu leve a fé; Onde houver erro, que eu leve a verdade; Onde houver desespero, que eu leve a esperança; Onde houver tristeza, que eu leve a alegria; Onde houver trevas, que eu leve a luz. Consolar, que ser consolado; compreender, que ser compreendido; amar, que ser amado. Pois, é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna. Amém